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Gruesome: novo single, “Frailty”, finalmente, tira a banda da sombra de Chuck Schuldiner

Se você ouviu algumas das músicas lançadas pelos americanos do Gruesome, sabe que a principal inspiração vem da fase inicial do Death. Matt Harvey (vocalista e guitarrista), consegue emular com muita competência os timbres vocais do mestre Chuck Schuldiner. E, apesar das músicas serem todas compostas pelo Gruesome, elas soam como uma homenagem a discos como “Leprosy” e “Spiritual Healing”, ambos clássicos do Death.

   

Se não bastasse, as artes de “Savage Land” e “Twisted Prayers”, discos do Gruesome, são de Ed Repka, artista que fez as capas do Death. São muitas as referências e, apesar da pouca originalidade, a banda faz um trabalho de excelência ao ponto de se destacar entre os nomes mais prolíferos da atual cena.

Pois “Frailty”, o novo single, finalmente, distancia um pouco o Gruesome de sua maior influência e traz um pouco de um inédito DNA ainda não experimentado pelos fãs. Ainda se assemelha ao Death de Chuck Schuldiner? Sim, mas agora com menos ênfase e uma dose generosa de identidade própria.

Segundo Matt Harvey (Exhumed e Left To Die):

“Estamos todos muito empolgados para que o Gruesome volte com força total neste verão, entre o single, a turnê européia com o Sabbat e, o mais importante, o trabalho no próximo disco, estaremos adentrando em algum território emocionante e espero que as pessoas estejam entusiasmadas para ir conosco nesta viagem!”

Já o baterista Gus Ríos (Left To Die e Living Monstrosity), lembra que este novo trabalho do Gruesome não será uma homenagem somente ao lendário Chuck Schuldiner, mas também para o falecido baterista do Cynic, Sean Reinert. Ele explicou:

“Encontrar as palavras para descrever a imensa série de emoções que já entraram no processo deste álbum está provando ser tão difícil quanto o próprio processo. A tarefa aparentemente impossível de ter que imitar não apenas um dos bateristas mais habilidosos, queridos e influentes de todos os tempos, mas também o amigo mais próximo que já tive, é um desafio que legitimamente levou anos para ser aceito.

O material não é apenas extremamente desafiador de tocar, mas também sinto profunda tristeza toda vez que me sento para trabalhar nele. Dito isso, sinto que devo isso ao meu irmão Sean, à minha banda e à comunidade do Death Metal. Ele me dizia, ‘dê 110% a este álbum’. Liguei para Sean em novembro de 2019 dizendo a ele o quão aterrorizado eu estava com esse álbum e eu realmente precisava de sua orientação. Na verdade, a resposta dele para mim foi, ‘cara, para que você precisa de mim? Você é quem está nessas trincheiras há anos, não eu. Apenas seja você mesmo, você consegue’. E embora, no final das contas, nosso plano fosse que eu ficasse com ele por alguns dias e trabalhasse neste material juntos em seu ateliê, a crueldade da vida tinha outros planos.”

Ouça o novo single, “Frailty”:

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