“Foi o melhor álbum em que toquei”, diz Abaddon sobre seu álbum predileto do Venom

Durante um novo bate-papo com o Almarok, Anthony “Abaddon” Bray comentou sobre voltar a subir ao palcos ao lado de Jeff “Mantas” Dunn, seu velho parceiro dos tempos de Venom — para comemorar os 45 anos do lendário álbum de estreia da banda, “Welcome To Hell”, lançado em 1981. A dupla pretende levar essa celebração para vários festivais em 2026, entre eles o Keep It True, na Alemanha, e o Graspop Metal Meeting, na Bélgica. Abaddon citou alguns nomes de peso que farão participações especiais na celebração:
“Em 2026, nós vamos para o Keep It True [festival], eu e o Mantas , com músicos convidados. E desde que anunciamos isso, muitas outras pessoas entraram em contato, muitas agências e promotores perguntando: ‘Vocês topariam tocar na Bélgica?’, ‘Vocês topariam tocar na França?’, ‘Vocês topariam tocar na Austrália?’. Então, sim, é isso que vamos fazer.
Sempre serão datas de festivais. Não haverá turnês. Serão apenas datas de festivais. Sempre serei eu e Mantas com um vocalista/baixista convidado e outros convidados — quem estiver disponível, quem não estiver trabalhando. Estamos trabalhando com Tom [Angelripper] do Sodom. Vamos trabalhar com Mille [Petrozza do Kreator], Schmier [do Destruction], Tom Warrior [do Celtic Frost] — todos esses músicos virão e tocarão algumas músicas do Venom conosco. Basicamente, não é como uma banda; é como uma grande festa. É isso que vai acontecer daqui para frente.”
Ele continuou:
“No ano que vem, comemoramos o 45º aniversário de ‘Welcome To Hell’. Depois, o 45º aniversário de ‘Black Metal’. Em seguida, o 45º aniversário de ‘At War With Satan’. Então, tocaremos todas as músicas desses álbuns, além de alguns singles e lados B, porque o Venom sempre teve muita sorte de todos os seus singles serem muito bem recebidos, tanto os singles quanto os lados B, como ‘Nightmare’, ‘Die Hard’, e tudo mais, não apenas as faixas dos álbuns. Portanto, é uma celebração dos 45 anos do Venom.”
Abaddon também falou sobre o álbum do Venom que ele particularmente mais se orgulha e explicou:
“Meu álbum favorito — eu sempre disse isso — meu álbum favorito sempre será ‘Prime Evil’ [de 1989]. Eu realmente gosto de ‘Prime Evil’, e gostei porque naquela época eu tinha um estúdio de gravação e meu equipamento estava montado, e esse foi o melhor álbum em que toquei porque tive todo o tempo que precisava. Acho que Tony Dolan contribuiu com coisas boas, assim como Jeff. Obviamente, eu adoro ‘Welcome To Hell’ e adoro ‘Black Metal’, mas em ‘Prime Evil’ eu consegui o som do jeito que eu queria do começo ao fim. Não tive problemas com nada. Eu tinha um equipamento muito bom e um ótimo relacionamento com o engenheiro de som e com o produtor que veio depois. Eu estava trabalhando com Kevin Ridley, que era o engenheiro de som do estúdio o tempo todo. Então eu sabia do que ele era capaz e sabia que ele conseguia certos sons, não apenas para a bateria, mas no meu caso, sim, para a bateria. Então foi um álbum muito fácil de fazer para mim.”
Por fim, acompanhe a entrevista completa em seguida: