Fear Factory: o guitarrista que fez Dino Cazares querer tocar guitarra

Fear Factory: o guitarrista que fez Dino Cazares querer tocar guitarra
Steve Thorne/Redferns via Getty Images)

Dino Cazares, guitarrista do Fear Factory, compartilhou suas memórias sobre os seus primeiros contatos com o Rock and Roll e o que o levou a querer guitarra. Suas influências no instrumento, entretanto, são várias, mas houve um guitarrista em especial que acendeu essa chama nele quando ele tinha apenas 9 anos… Quem será? Dino revelou em uma nova entrevista ao Chaoszine da Finlândia:

“AC/DC. Angus Young é a razão pela qual eu queria tocar guitarra. No minuto em que o vi, eu tinha nove anos, o vi na TV. Foi por volta de 1976, 77, por aí, e eu o vi e imediatamente soube que era isso que eu queria fazer.”

Perguntado se ele era fã de outras bandas além do AC/DC naquela época, Cazares respondeu:

“Bem, não era necessariamente ser fã das bandas. Depois que vi Angus Young tocar, me tornei fã da guitarra. Então, qualquer um que tocasse guitarra, como Eddie Van Halen, James Hetfield, é claro, Dimebag Darrell, e Jeff Hanneman e Kerry King. Eu me tornei fã de guitarra e aprendi muitas coisas com esses caras. Como por exemplo, James Hetfield fazia muita palhetada para baixo, então eu aprendi minha palhetada para baixo com ele. Então você tem Jeff Hanneman e Kerry King fazendo a palhetada staccato. E, claro, você tem o Iron Maiden para fazer o galope. Então eu aprendi palhetada com todos esses guitarristas diferentes. E então, sim, eu era fã da música, mas também era fã do estilo de tocar e guitarra, o som, o timbre, todas essas coisas.”

Hoje, Dino não é mais influenciado por outros músicos, mas ele nunca para de aprender:

“Definitivamente, estou fazendo só eu, porque — mas, em teoria, você nunca para de aprender, porque você sempre vai aprender. Mas não precisa ser necessariamente da guitarra. Pode ser da música em geral ou da vida em geral. As inspirações da vida às vezes podem desencadear algo que te leva a compor em um determinado estilo ou maneira. E eu pego todas essas experiências de vida e as aplico à minha música. E isso tem sido desde o começo. Mesmo que você esteja passando por algo triste ou um coração partido, você está tocando acordes sombrios. Ou, para algumas bandas, você está invocando o Senhor das Trevas e vai tocar aquela nota da morte. Mas, para mim, são todos esses tipos de coisas diferentes com as quais aprendi. E eu aplico isso à minha música.”

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