Do Pior ao Melhor — Andre Matos: ranqueamos os 12 álbuns de estúdio do eterno Maestro

De Viper e Angra a Shaman, Virgo, Symfonia e carreira solo, revisitamos uma discografia que ajudou a transformar o Heavy Metal brasileiro e levou Andre Matos a conquistar reconhecimento muito além das fronteiras do país.
Poucos músicos tiveram participação tão decisiva na construção da história do Heavy Metal brasileiro quanto Andre Matos. Vocalista, pianista, compositor, arranjador e maestro, o músico possuía formação que ultrapassava os limites do Metal e utilizou esse conhecimento para desenvolver uma assinatura própria, marcada pela união entre música pesada, referências eruditas, melodias sofisticadas e uma interpretação vocal imediatamente reconhecível.
Andre começou a estudar piano ainda criança e entrou para o Viper aos 13 anos. Antes mesmo de chegar à vida adulta, já havia participado de dois discos fundamentais para a formação do Metal nacional, Soldiers Of Sunrise e Theatre Of Fate. O passo seguinte seria ainda maior. Como um dos fundadores do Angra, Andre foi fundamental não apenas como vocalista, mas na elaboração do conceito musical que diferenciaria a banda de boa parte do Power Metal produzido no início dos anos 1990.
A combinação de música clássica, Metal melódico, elementos progressivos e, posteriormente, referências brasileiras ajudou o grupo a construir uma identidade internacional. Angels Cry colocou o Angra definitivamente no mapa, enquanto Holy Land aprofundou essa proposta e demonstrou que uma banda brasileira poderia incorporar sua própria cultura sem abrir mão de uma linguagem universal. Depois da ruptura com o Angra, vieram Virgo, Shaman, Symfonia e uma carreira solo de três discos. Alguns desses projetos alcançaram enorme repercussão; outros permaneceram restritos a um público menor.
Seu falecimento precoce, em 8 de junho de 2019, aos 47 anos, interrompeu essa trajetória e impediu justamente um reencontro com o Angra — paradoxalmente, a banda de maior projeção internacional de sua carreira.

O ranking também foi tema de programa no canal Mundo Metal
No último 13 de agosto, o canal do Mundo Metal no YouTube dedicou uma edição do Do Pior ao Melhor à carreira de Andre Matos. Apresentado por Fabio Reis e Daniel Dante, o programa percorreu todos os 12 discos presentes neste ranking, debatendo seus contextos, diferenças musicais, principais qualidades e a importância de cada um dentro da trajetória do vocalista.
Como sempre acontece no formato, a classificação está aberta ao debate. Aliás, quando chegamos às primeiras posições, qualquer alteração de ordem pode ser perfeitamente defensável. Afinal, estamos colocando frente a frente alguns dos discos mais importantes já produzidos pelo Heavy Metal brasileiro.
Agora, vamos ao ranking.
12º — Virgo — Virgo (2001)

Lançado em 2001, Virgo nasceu da parceria de Andre Matos com o guitarrista e produtor alemão Sascha Paeth, velho conhecido dos tempos de Angra. O trabalho surgiu justamente num período de transformação, após a saída de Andre de sua antiga banda e antes da consolidação do Shaman. Paeth assumiu papel central na produção, enquanto Andre encontrou espaço para experimentar uma linguagem bastante diferente daquela que havia marcado seus trabalhos anteriores.
E talvez esteja aí tanto a maior qualidade quanto a razão para o disco aparecer na última colocação. Virgo está longe de ser um álbum convencional de Power Metal. Há Rock Progressivo, Pop, música sinfônica, atmosferas cinematográficas e arranjos mais intimistas, permitindo que Andre trabalhe sua voz de maneiras diferentes. “To Be”, “No Need To Have An Answer”, “Discovery” e “Street Of Babylon” ajudam a revelar esse lado mais experimental. É um trabalho sofisticado e bastante particular, mas, diante de uma discografia recheada de clássicos históricos, acaba ficando na 12ª posição.
11º — Andre Matos — The Turn Of The Lights (2012)

Terceiro e último álbum de estúdio da carreira solo de Andre, The Turn Of The Lights chegou em 2012. O disco trouxe algumas modificações importantes na formação: Bruno Ladislau assumiu o baixo, enquanto Rodrigo Silveira ocupou a bateria, ao lado dos guitarristas Hugo Mariutti e Andre Hernandes. A produção também se afastou da fórmula anterior, ficando nas mãos de Brendan Duffey, Adriano Daga e Andre Rodrigues. No Japão, o álbum chegou à 114ª posição da parada geral da Oricon.
Musicalmente, trata-se de um disco menos pesado e, em determinados momentos, mais lento do que os dois antecessores. “Liberty”, “Course Of Life”, “Gaza” e a própria “The Turn Of The Lights” mostram um Andre ainda interessado em expandir sua linguagem sem abandonar a identidade construída durante décadas. É um bom álbum, com excelente execução, mas não possui a mesma quantidade de momentos realmente inesquecíveis encontrada nos trabalhos que aparecem mais adiante.
10º — Symfonia — In Paradisum (2011)

Quando o Symfonia foi anunciado, a formação parecia uma verdadeira seleção do Power Metal europeu. Ao lado de Andre Matos estavam Timo Tolkki, ex-Stratovarius, Jari Kainulainen, Mikko Härkin e Uli Kusch. In Paradisum foi gravado entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011, produzido por Tolkki e lançado primeiro no Japão, em março de 2011, chegando ao mercado europeu em abril. Andre ficou principalmente responsável pelas letras, enquanto Tolkki conduziu a maior parte da estrutura musical.
Era difícil um projeto com tamanho currículo não gerar expectativas gigantescas. “Fields Of Avalon”, “Forevermore” e a extensa faixa-título apresentam todos os ingredientes esperados: velocidade, melodias grandiosas, teclados e refrões típicos da escola europeia de Power Metal. O problema é que o Symfonia durou pouco e In Paradisum acabou sendo seu único disco. Assim, apesar da qualidade técnica e da curiosidade de ouvir Andre trabalhando diretamente com Tolkki, o projeto deixou a sensação de que poderia ter ido muito além.
9º — Shaman — Reason (2005)

Depois da enorme repercussão de Ritual, seria bastante fácil para o Shaman simplesmente produzir uma continuação de sua estreia. A banda escolheu outro caminho. Lançado em 2005, Reason foi gravado entre estúdios brasileiros e alemães e teve produção de Sascha Paeth, com Philip Colodetti e os próprios integrantes da banda participando do processo. A formação continuava intacta: Andre, Hugo Mariutti, Luis Mariutti e Ricardo Confessori.
O álbum apresenta uma atmosfera mais pesada, escura e contemporânea, diminuindo parte das características étnicas tão evidentes em Ritual. “Turn Away”, “Reason”, “Innocence” e “In The Night” representam bem essa mudança. Na época, a transformação dividiu parte do público, mas Reason envelheceu de maneira interessante justamente por não tentar repetir o antecessor. É um álbum corajoso e com personalidade — apenas não possui o mesmo conjunto de clássicos ou o impacto histórico do primeiro trabalho do Shaman.
8º — Andre Matos — Mentalize (2009)

Dois anos depois de iniciar oficialmente sua discografia solo, Andre apresentou Mentalize. Lançado em 2009, o álbum manteve boa parte da estrutura de Time To Be Free, mas trouxe uma mudança que chamaria bastante atenção: Eloy Casagrande, ainda muito jovem, assumiu a bateria. Completavam a formação Andre Hernandes, Hugo Mariutti, Luis Mariutti e Fabio Ribeiro. Andre e Sascha Paeth aparecem ligados à produção do trabalho.
É provavelmente o trabalho mais equilibrado de sua fase solo. Faixas como “Leading On!”, “I Will Return”, “Mentalize” e “Powerstream” apresentam um músico confortável com a própria identidade e sem a necessidade de provar que havia sobrevivido ao Angra ou ao Shaman. O grande problema foi outro: mesmo mantendo um padrão artístico elevado, sua carreira solo nunca atingiu a projeção que seus principais trabalhos com bandas haviam conquistado. Dentro do catálogo de Andre, Mentalize permanece como um excelente disco que merecia ter alcançado um público maior.
7º — Andre Matos — Time To Be Free (2007)

Time To Be Free representou o verdadeiro início da carreira solo de Andre Matos. Lançado em 2007, pouco depois do fim de sua primeira passagem pelo Shaman, o álbum reuniu novamente Hugo Mariutti e Luis Mariutti, além de Andre Hernandes, Fabio Ribeiro e Rafael Rosa. A produção contou com Roy Z, enquanto Sascha Paeth ficou responsável pela mixagem. O trabalho também encontrou boa receptividade internacional, chegando ao segundo lugar na parada de álbuns internacionais da Oricon no Japão.
O título dizia muito sobre aquele momento: Andre estava novamente livre para reconstruir sua trajetória. E fez isso recuperando vários elementos que o público associava aos melhores momentos de sua carreira. “Letting Go”, “Rio”, “Remember Why”, “Time To Be Free” e “A New Moonlight” estão entre os grandes destaques, enquanto a versão de “Separate Ways (Worlds Apart)”, do Journey, apareceu como bônus japonês. Entre seus discos solo, é aquele que mais se aproxima do impacto emocional e da grandiosidade dos períodos clássicos.
6º — Angra — Fireworks (1998)

Terceiro álbum do Angra, Fireworks chegou em 1998 em meio a um ambiente interno bastante diferente daquele vivido nos primeiros anos da banda. Foi gravado em Londres, com produção do lendário Chris Tsangarides, enquanto as partes orquestrais foram registradas no Abbey Road Studios. A formação trazia Andre, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Luis Mariutti e Ricardo Confessori. O disco alcançou a 15ª posição na parada japonesa da Oricon.
Depois da intensa mistura de música brasileira e Metal apresentada em Holy Land, o Angra buscou uma sonoridade mais direta e pesada. “Wings Of Reality”, “Lisbon”, “Metal Icarus”, “Speed” e a faixa-título estão entre os melhores momentos. Ao mesmo tempo, o disco acabou marcado pelo desgaste interno que culminaria na saída de Andre, Luis Mariutti e Ricardo Confessori. Durante muito tempo, Fireworks pareceu espremido entre dois períodos mais celebrados do Angra, mas é um trabalho que envelheceu muito bem e merece ser reavaliado sem o peso dos conflitos que cercaram seu lançamento.
5º — Viper — Soldiers Of Sunrise (1987)

Aqui começa o nosso Top 5. Soldiers Of Sunrise foi lançado em 1987 pela Rock Brigade Records e gravado no Estúdio Guidon, em São Paulo, com produção de André Cagni. A formação reunia Andre Matos, Pit Passarell, Yves Passarell, Felipe Machado e Cássio Audi — todos absurdamente jovens para a maturidade que demonstrariam naquele registro.
É um disco cru, com limitações evidentes de produção, mas carregado de energia. “Knights Of Destruction”, “The Whipper”, “Soldiers Of Sunrise” e “Wings Of The Evil” apresentam um grupo influenciado pela escola do Heavy Metal britânico e pelo nascente Metal melódico europeu, mas tentando encontrar seu próprio caminho. Mais importante: Andre ainda era adolescente. Ouvir o álbum hoje sabendo tudo o que viria depois transforma Soldiers Of Sunrise em um documento precioso sobre os primeiros passos de um músico excepcional e de uma geração que ajudaria a expandir as fronteiras do Metal brasileiro.
4º — Shaman — Ritual (2002)

A separação daquela formação clássica do Angra criou uma enorme interrogação no início dos anos 2000. Andre, Luis Mariutti e Ricardo Confessori decidiram continuar juntos e convocaram Hugo Mariutti para formar o Shaman. A resposta chegou com Ritual, em 2002. Produzido por Sascha Paeth, o álbum combinava Metal, música clássica e elementos de world music, com instrumentos e percussões étnicas registrados também no Brasil. O disco foi lançado em diversos mercados internacionais e deu origem a uma turnê que ultrapassou 130 apresentações.
Poucas estreias brasileiras chegaram tão prontas. “Here I Am”, “For Tomorrow”, “Fairy Tale”, “Ritual” e “Pride” formam uma sequência impressionante. “Fairy Tale” ainda rompeu algumas barreiras ao integrar a trilha sonora da novela O Beijo do Vampiro, da Rede Globo, levando a voz de Andre a um público que muitas vezes sequer acompanhava Heavy Metal.
Ritual também provou que o sucesso de Andre não dependia exclusivamente do nome Angra. Ele conseguiu participar da criação de outra banda, construir uma nova identidade e novamente alcançar repercussão internacional. Em muitas discografias, seria tranquilamente o primeiro colocado. Aqui, fica fora do pódio simplesmente porque os três discos seguintes são monumentais.
3º — Angra — Holy Land (1996)

Se Angels Cry apresentou o Angra ao mundo, Holy Land mostrou até onde aquela banda poderia chegar artisticamente. Lançado em 1996, o segundo álbum foi novamente produzido por Charlie Bauerfeind e Sascha Paeth, mas desta vez o grupo ampliou drasticamente suas referências. Instrumentos principais foram registrados na Alemanha, enquanto percussões, flautas, viola, berimbau e outros elementos brasileiros foram gravados em São Paulo. O disco também marcou a estreia de Ricardo Confessori em um álbum de estúdio do grupo e chegou à 17ª posição da Oricon no Japão.
O conceito gira em torno da formação histórica e cultural do Brasil, permitindo que Metal, música erudita, ritmos afro-brasileiros e elementos progressivos convivam de forma orgânica. “Nothing To Say”, “Carolina IV”, “Holy Land”, “Z.I.T.O.” e “Make Believe” mostram uma banda disposta a construir algo que não soasse simplesmente como a reprodução brasileira de um estilo europeu.
Dentro deste ranking, Holy Land fica na terceira posição, mas talvez seja o trabalho mais ousado de toda a carreira de Andre. Seu conhecimento de música erudita, capacidade como arranjador e percepção melódica aparecem por todos os lados. Mais do que um grande álbum de Power Metal, é uma obra que ajudou a demonstrar que o Heavy Metal produzido no Brasil poderia incorporar a própria identidade cultural e transformá-la em diferencial artístico.
2º — Viper — Theatre Of Fate (1989)

Dois anos separam Soldiers Of Sunrise de Theatre Of Fate, mas a evolução parece muito maior. Gravado em 1989 e produzido por Roy M. Rowland, o segundo álbum do Viper trouxe Andre ao lado de Pit Passarell, Yves Passarell, Felipe Machado e Sérgio Facci. Posteriormente, o trabalho ganhou distribuição internacional, chegando ao mercado japonês pela Victor/JVC e à Europa pela Massacre, ampliando a presença do grupo fora do Brasil.
É aqui que várias características que posteriormente seriam associadas ao Angra começam a aparecer com enorme clareza. O Heavy Metal tradicional passa a dividir espaço com construções progressivas, teclados, melodias mais ambiciosas e forte influência da música clássica. “Living For The Night”, “A Cry From The Edge”, “Theatre Of Fate”, “Prelude To Oblivion” e principalmente “Moonlight”, construída a partir da famosa sonata de Beethoven, mostram o tamanho da evolução.
Há ainda um componente histórico difícil de ignorar. Andre ainda não havia completado 20 anos e já participava da criação de um álbum dessa qualidade. Theatre Of Fate funciona quase como uma ponte entre o jovem músico do Viper e o compositor que poucos anos depois ajudaria a conceber o Angra. Por isso, além de extraordinário, é um dos discos mais importantes para compreender a formação artística do Maestro.
1º — Angra — Angels Cry (1993)

O primeiro lugar fica com o álbum que mudou definitivamente o patamar da carreira de Andre Matos. Angels Cry foi lançado inicialmente no Japão em 3 de novembro de 1993 e gravado na Alemanha, principalmente nos estúdios ligados a Kai Hansen, com produção de Charlie Bauerfeind e Sascha Paeth. Andre dividia a formação com Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Luis Mariutti, enquanto músicos convidados como Alex Holzwarth, Thomas Nack, Kai Hansen, Dirk Schlächter e o próprio Paeth participaram das sessões. O disco chegou à 17ª posição da parada geral japonesa da Oricon e ajudou a consolidar o Angra naquele mercado.
Musicalmente, Angels Cry apresentou uma combinação que naquele momento parecia quase improvável para uma banda brasileira: Heavy Metal, Power Metal, música clássica, virtuosismo instrumental e melodias extremamente acessíveis conviviam dentro de composições sofisticadas. “Carry On” tornou-se um dos maiores hinos da história do Metal nacional, enquanto “Time”, “Angels Cry”, “Streets Of Tomorrow”, “Never Understand” e “Evil Warning” ajudaram a transformar o álbum em uma referência. A utilização de trechos ou referências a Schubert, Paganini e Vivaldi também evidenciava a influência da formação musical de Andre sobre o resultado final.
É difícil medir a importância de Angels Cry olhando apenas para suas músicas. O álbum ajudou a abrir portas para uma nova geração de bandas brasileiras e mostrou que era possível ter uma produção competitiva, identidade própria e capacidade de dialogar com mercados tradicionais do Heavy Metal. Por tudo isso, Angels Cry ocupa o primeiro lugar. Talvez outros discos tenham sido mais ousados, como Holy Land, ou representem de maneira ainda mais impressionante a precocidade de Andre, como Theatre Of Fate. Mas nenhum deles reúne de maneira tão completa qualidade, importância histórica, repertório, impacto e legado.
Um legado que atravessa diferentes gerações

A trajetória de Andre Matos não pode ser resumida apenas aos 12 álbuns desta lista. Há EPs, registros ao vivo, participações especiais e colaborações importantes — entre elas sua presença no Avantasia — que ampliam ainda mais uma discografia construída ao longo de mais de três décadas.
Também existem muitas carreiras diferentes dentro da mesma história. Há o adolescente que ajudou o Viper a chegar ao exterior; o músico formado que participou da criação de uma das bandas brasileiras de maior repercussão internacional; o artista que precisou recomeçar com o Shaman; o compositor disposto a experimentar no Virgo; o líder de uma carreira solo que merecia maior reconhecimento; e, finalmente, o músico que começou a reencontrar antigos companheiros e celebrar seu passado.
Andre partiu cedo demais para completar esse ciclo. Entretanto, deixou material suficiente para continuar sendo descoberto, debatido e reinterpretado por novas gerações. Mais do que um dos grandes vocalistas brasileiros, foi um personagem essencial para entender como o Heavy Metal nacional deixou de olhar apenas para dentro de suas próprias fronteiras e passou a disputar espaço no cenário internacional. A própria história de sua carreira, com forte presença no Japão e na Europa desde os primeiros anos, ajuda a explicar essa dimensão.
Playlist Mundo Metal — os grandes momentos de Andre Matos
Para complementar este especial, a curadoria do Mundo Metal selecionou alguns dos momentos fundamentais da trajetória de Andre Matos. A playlist percorre sua evolução desde os primeiros anos com o Viper, passa pelos clássicos do Angra e do Shaman e recupera também trabalhos que muitas vezes recebem menos atenção, como Virgo, Symfonia, sua discografia solo e diversas participações especiais em outros projetos.
