Álbuns que são conhecidos pelo nome errado

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Há, na história do Rock/Metal, álbuns que foram registrados com um título, porém foram “apelidados” e são conhecidos popularmente por pseudônimos. Talvez alguns deles, vocês nem saibam o nome correto. Vamos embarcar nessa viajem?

1.”The Beatles” – “The Beatles” (1968):

White Album?

Décimo álbum dos Beatles e no próximo dia 22 de novembro irá completar 53 anos de seu lançamento.

Contendo canções como “Helter Skelter” (uma das raízes do Heavy Metal), “Revolution 9” (aquela mesma mencionada por Charles Manson), “Back In The U.S.S.R”, “While My Guitar Gently Weeps”, “Blackbird”, “Ob-La-Di Ob-La-Da”, entre outras, o homônimo duplo, por possuir uma capa inteira branca sem absolutamente nada escrito, foi batizado popularmente de “White Album” ou “Álbum Branco” (aqui no Brasil), mas seu nome jamais foi esse.

Ok, neste caso, o importante não é o verdadeiro nome, mas sim o conteúdo e isso ele tem de sobra. Basta conferir.

2.”Grand Funk” – “Grand Funk” (1969):

The Red Album?

Segundo disco do trio americano, esse registro completa 52 anos em 29 de dezembro e tem um dos sons de baixo que são considerados mais orgânicos de todos os tempos, só perdendo, talvez, para “Master Of Reality” do Black Sabbath.

Nessa época o nome da banda era simplesmente Grand Funk, tendo sido alterado posteriormente. Terry Knight, o homem por trás da produção, o empresário e o responsável pela arte, é a alma dessa obra de arte.

Com uma capa toda na cor vermelha e a banda “desenhada” em traços negros, o fantástico homônimo do Grand Funk recebe o nome, até hoje, de “Red Album”, inclusive aqui no Brasil. Para quem ainda não conhece essa masterpiece, vale à pena conhecer.

3.Grand Funk Railroad – “E Pluribus Funk” (1971):

Disco da moeda?

Já com o nome mudado para Grand Funk Railroad, a banda lançava seu quinto álbum, “E Pluribus Funk”, o qual no último dia 15 de novembro, completou 50 anos.

Certamente, uma das melhores peças do Hard Rock setentista com uma capa no mínimo excêntrica. O saudoso Terry Knight, gênio por trás da banda, a projetou em formato de uma moeda de prata no tamanho exato para proteger e guardar o vinil.

Resultado, o mesmo é conhecido como o “Disco da Moeda” ou “Grank Funk da Moeda” em muitos lugares, inclusive aqui. Apesar disso, o “Disco da Moeda” tem um valor inestimável para a música que amamos.

4.Led Zeppelin – “Sem Título” (1971):

Led IV?

Há poucos dias, no dia 8 de novembro, ele completou 50 anos.

O Led Zeppelin “sem título”, no qual temos canções clássicas absolutas como “Rock’n’Roll”, “Black Dog”, “Going To California” e a eterna “Stairway To Heaven”, realmente não foi batizado com nome algum, nem como homônimo.

Porém, a banda vinha de uma sequência de lançamentos: “I’, “II” e “III”, não demorando para que o disco sem título passasse a ser conhecido como “Led Zeppelin IV” ou “Led IV”. Foi uma questão de lógica numérica ordinal.

Confesso, dando risada, que soube disso há pouquíssimo tempo.

5.Metallica – “Metallica” (1991):

Black Album?

O quinto full lenght da banda americana Metallica completou em 2021 trinta anos de seu lançamento.

O maior sucesso de vendagem da história da banda e um dos maiores do Rock/Metal, o disco produzido por Bob Rock, não parou de acumular prêmios e recordes.

Assim como no caso de “The Beatles” e “Grand Funk”, o Metallica homônimo, por possuir uma capa inteiramente preta com a gravura da serpente de Gadsden, foi apelidado de “Black Album” e assim ficou conhecido, porém esse jamais foi o nome dele.

6.Black Sabbath – “13” (2013):

Décimo terceiro disco do Black Sabbath?

“13” é o décimo oitavo e último álbum do Black Sabbath, além de ser o nono com Ozzy Osbourne nos vocais.

Por mais que tenha sido explicado na época que o título se referia ao ano em que foi lançado, 2013, alguns confundiram, achando que esse fosse o décimo terceiro disco da banda, o que na verdade é o posto ocupado por “Eternal Idol”, de 1987, o primeiro com Tony Martin nos vocais.

Essa confusão pode ter ocorrido por outros lançamento de nomes semelhantes, já que “Th1rt3en” do Megadeth e “This Is Thirteen” do Anvil são ambos os décimo terceiros discos de seus respectivos grupos.

E vocês? Sabem de mais algum disco conhecido pelo nome errado? Se sim, nos digam.

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