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Accept: Wolf rebate declarações de Peter Baltes, “é sempre quem vai embora que fala merda”

O guitarrista do Accept, Wolf hoffmann, foi entrevistado pela Roadie Crew em sua #280 edição, e conversou sobre os detalhes do novo álbum “Humanoid”. Wolf também falou sobre a relação do Accept com seus fãs brasileiros e entre outras coisas, discutiu a utilização de avatares e hologramas em shows hoje em dia, e as declarações recentes do ex-baixista da banda, Peter Baltes.

   

É comum vermos declarações de Peter Baltes alfinetando a nova formação e falando sobre acontecimentos de sua época como integrante do Accept, como dizer que “não tinha mais voz ativa” ou chamar de “vergonha” a atual formação da banda com três guitarristas.

Sobre se ficou surpreso com tais declarações, Wolf declarou:

“Não, porque eu não li (risos)”, ironizou. “De maneira geral, quando alguém deixa uma banda, e não importa se é o Accept ou qualquer outra banda no universo, eu nunca ouvi esse alguém dizer ‘olhando em retrospecto, eu poderia ter feito diferente, poderia ter trabalhado nisso ou naquilo, acho que também foi culpa minha e me arrependo’. Não. É sempre o cara que saiu que tem amargura por quem ainda está na banda. Isso é universal. É sempre quem vai embora que fala merda, então não há nenhuma surpresa nisso. Eu não li o que o Peter disse, mas digo a você que fiquei pessoalmente triste quando ele saiu, porque era meu parceiro. Sinto falta dele, de verdade, e sou totalmente honesto quanto a isso. Desejo o melhor ao Peter porque ele é um músico brilhante, mas foi ele quem decidiu sair, porque eu queria que tivesse ficado no Accept. É isso”.

Segundo Wolf, não tinha lógica o Accept encerrar as suas atividades simplesmente por causa da saída de um integrante:

“Não posso mudar o fato de ele ter decidido sair tanto quanto não posso mudar o fato de quem quer que tenha deixado o Accept ao decidir seguir sua carreira, acreditando que o melhor era formar seu próprio grupo. A única coisa que eu poderia fazer era seguir em frente com o Accept, afinal, eu desejava que todos estivessem juntos agora, 50 anos depois? Sim, mas a vida real é diferente. As pessoas mudam de direção, casam, têm filhos, decidem mudar suas vidas, enfim, são milhares as razões por que cada um faz o que faz. Eu só posso fazer o que está ao meu alcance, que é manter o Accept vivo, e da melhor forma possível”.

Leia na íntegra na nova edição da revista Roadie Crew #280.

Não deixe de conferir a nossa reesenha do novo álbum “Humanoid”.

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