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Iron Maiden: “Eu sempre quis que o Maiden fosse uma banda internacional de enorme sucesso. Eu queria um desenvolvimento paralelo em todo o mundo”, diz Rod Smallwood

Iron Maiden: "Eu sempre quis que o Maiden fosse uma banda internacional de enorme sucesso. Eu queria um desenvolvimento paralelo em todo o mundo", diz Rod Smalwood

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O Iron Maiden é, sem dúvida alguma, uma das maiores e mais bem sucedidas bandas de Metal de todos. Os britânicos influenciaram muitas outras bandas que vieram depois e, até hoje, é uma grande inspiração para jovens músicos que sonham com uma carreira de sucesso no mundo do Rock/Metal, e se inspiram na sua música. Também é de conhecimento de todos que, por trás do sucesso gigantesco do Maiden, existe alguém que dedicou tudo de si para fazer com que isso acontecesse, seu nome é Rod Smallwood, empresário visionário do Iron Maiden e figura estratégica nos bastidores.

Em uma entrevista recente à Classic Rock (via guitar.com), Smallwood discutiu sobre o seu papel na preparação da banda para o estrelato. Segundo o empresário, o planejamento para os primeiros shows do Maiden foi essencial:

“O metal é uma coisa mundial, e eu sempre quis que o Maiden fosse uma banda internacional de enorme sucesso. Eu queria um desenvolvimento paralelo em todo o mundo.”

De acordo com Rod Smallwood, tocar no Japão antes de tocar nos EUA foi fundamental. O show aconteceu em 1981 no Koseo Nenkin Hall, em Tóquio:

“Adorávamos o Japão. Era uma cultura tão diferente de se vivenciar. Uma das coisas mais estranhas para nós era como o público ficava todo sentado. Se um fã se empolgasse demais e se levantasse, um segurança batia na cabeça dele com jornais enrolados. Então o fã se sentava, mas aí outro se levantava em outro lugar, e então – bum! – eles se sentavam. Era como um jogo de luta. Bastante extraordinário.”

Outro show que Smallwood considera bastante significativo para o Maiden, aconteceu no Seattle Coliseum em 28 de junho de 1983:

“Tínhamos feito todas essas turnês de abertura e agora era hora de sermos a atração principal. Então, vamos para teatros ou para arenas? Se eu soubesse o que sei agora, não teria a mínima chance de ter tocado em arenas. Quer dizer, álbuns de platina nem sempre esgotam os ingressos em arenas. Então, gosto de pensar que foi inspiração, mas, olhando para trás, foi mais uma loucura que funcionou.”

Ele acrescentou:

“Seattle foi o sexto show daquela turnê. Esgotado, 13.000 pessoas. E acredite, eu fiquei muito, muito grato. Naquela mesma turnê, também lotamos o Madison Square Garden [em Nova York]. Fomos até o local em limusines longas, e nunca vou esquecer aquela sensação de: ‘Que foda, conseguimos!'”

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