Anette Olzon celebrará sua era no Nightwish em turnê com orquestra pelo Brasil em 2026

A cantora sueca Anette Olzon anunciou uma nova turnê pelo Brasil em 2026, prometendo uma experiência grandiosa para os fãs de Metal sinfônico. Após emocionar o público latino-americano em sua recente passagem pela região, Anette retorna ao país para uma série de apresentações especiais acompanhada de orquestra e coral, em um formato inédito que promete unir a força do Metal com a sofisticação da música clássica.
A turnê celebrará os álbuns Dark Passion Play (2007) e Imaginaerum (2011), ambos gravados durante sua marcante passagem pelo Nightwish.
As apresentações acontecem em Belo Horizonte (24 de setembro, no Teatro Ney Soares), São Paulo (26 de setembro, no Teatro APCD) e Rio de Janeiro (29 de setembro, no Teatro Clara Nunes). Os ingressos já estão disponíveis no site Clube do Ingresso. Os fãs que haviam adquirido entradas para o show cancelado em Belo Horizonte poderão utilizá-las para a nova data de 2026. A turnê é uma realização da Estética Torta, produtora responsável por trazer o espetáculo sinfônico ao público brasileiro.

Anette Olzon e sua relação com o passado
Dark Passion Play marcou o início da era Olzon no Nightwish, um período de reinvenção que resultou em sucessos como “Amaranth”, “The Islander” e “Bye Bye Beautiful”. O álbum conquistou vendas milionárias e reconhecimento internacional, solidificando a presença da cantora como uma das grandes vozes do gênero. Já Imaginaerum, lançado em 2011, expandiu ainda mais os limites criativos da banda. Com faixas como “Storytime” e “Last Ride of the Day”, o grupo trouxe uma proposta cinematográfica que o consagrou como um marco do Metal sinfônico.
Mais de uma década após sua saída do Nightwish, Olzon retorna ao Brasil para revisitar essa fase icônica de sua carreira, agora sob nova perspectiva. Com arranjos orquestrais e coral ao vivo, a artista promete noites certamente inesquecíveis, onde emoção, potência vocal e nostalgia se encontram. Para os fãs, esta será uma oportunidade única de reviver canções que sobretudo moldaram uma geração. Também servirá para testemunhar uma artista em pleno domínio de sua arte celebrando o passado enquanto cria novas memórias no palco.