Terrorizer: David Vincent fala sobre a possibilidade de uma turnê na América Latina, “Temos algumas coisas em andamento”

O baixista/vocalista David Vincent (ex-Morbid Angel, Vltimas, I Am Morbid) conversou a respeito dos seus planos para o reativado Terrorizer, ao lado do baterista Pete “Commando” Sandoval (Morbid Angel, I Am Morbid), o vocalista Brian Werner (Vital Remains) e o guitarrista Richie Brown (Exmortus, The Abscence, Trivium, I Am Morbid)
Falando com a rádio mexicana Loud! Metal, em entrevista recente, David Vincent declarou:
“Bem, temos esses shows no México e alguns festivais na Europa durante o verão. E estamos discutindo outras coisas também sobre as quais não tenho permissão para falar com vocês. Mas temos algumas coisas em andamento. Vou deixar por isso mesmo.”
Será a primeira vez que Vincent embarcará em uma turnê com o Terrorizer:
“Veja, é engraçado. Quando fizemos o primeiro disco, ‘World Downfall’, nunca fizemos turnê como Terrorizer para esse disco, porque, obviamente, Pete estava no Morbid Angel e Jesse Pintado entrou no Napalm Death. Então isso meio que deu um fim ao Terrorizer, porque estávamos todos ocupados fazendo outras coisas. Então, foi meio que um acaso a forma como toda a coisa [da reunião] aconteceu. Mas fizemos alguns festivais na Europa no ano passado, e depois fizemos o festival Candelabrum [no México], e desde então, o telefone do nosso agente de reservas não para de tocar, com pessoas dizendo: ‘Ah, o Terrorizer pode tocar aqui, tocar ali?’. É tipo, ‘Ok. Sim.’
É legal porque é nostálgico. E as pessoas me dizem que o Terrorizer foi uma grande influência para elas enquanto cresciam com suas bandas ou algo assim. E também é muito divertido. Então, sempre que tocamos, especialmente no México, os fãs têm muita energia. Nós meio que nos alimentamos da energia do público, o que sempre foi o caso na América Latina e especialmente no México. Os fãs são ótimos, e é por isso que estamos lá.”
Indagado sobre de que forma a reunião do Terrorizer aconteceu, ele explicou:
“Bem, é uma longa história, como aconteceu. Então, não quero entrar em detalhes. Mas houve um pedido, poderíamos fazer um set do Terrorizer para um festival específico? E nós dissemos: ‘Sim, podemos fazer isso’. Então, começamos a ensaiar e montar tudo. Esse festival foi cancelado — isso foi há vários anos — mas foi anunciado, então as pessoas disseram: ‘O quê? Terrorizer?’ Foi aí que o agente começou a receber algumas ligações sobre isso. Então ele disse: ‘Ei, estamos recebendo ligações de festivais europeus agora e estamos recebendo ligações da América Latina. Isso é algo que [vocês querem levar para outros territórios]?’
Obviamente, temos várias coisas diferentes para fazer, em termos de música. Eu, provavelmente, sou o mais ocupado. Mas, em primeiro lugar, é muito divertido. Em segundo lugar, o amor que recebemos dos fãs é incomparável. E isso, realmente… Sim, música é o que fazemos. É a nossa vida. Fazemos música, mas é tão agradável quando os fãs são tão receptivos. Faz tudo valer a pena. É como uma droga por si só.”